PRÁTICA SEXUAL DE RISCO, AUMENTO DE PROBLEMAS ENTRE ENTRE AS PESSOAS.

Com o desprezo pelos preservativos cada vez mais adolescentes e jovens enfrentam casos de sífilis e de Aids nos últimos anos, um crescimento de quase 2.500%.

Por simples descuido ou por excesso de ousadia, os jovens que têm comportamento sexual de risco entram em uma seara perigosa cujas consequências vão marcar o resto de suas vidas, seja por uma gravidez indesejada ou por uma doença sexualmente transmissível, como a Aids ou a sífilis.

De acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feita em 2012 e em 2015 com jovens do 9º ano do ensino fundamental, eles estão deixando de lado a proteção. Em 2012, no primeiro levantamento, 28,7% disseram já ter tido relação sexual, e 75,3% usaram camisinha. No segundo, feito em 2015, 27,5% afirmaram já ter tido relação sexual, mas 66,2% usaram camisinha. Em três anos, a redução foi de nove pontos percentuais.

Transar sem camisinha e com vários parceiros é um comportamento dos jovens que ficou evidente em alguns tipos de festas. Nos chamados “trenzinhos”, ou “tábuas de sexo”, garotos e garotas costumam trocar de parceiros várias vezes durante a noite.  
Nos bailes funk, essa troca de parceiros e o sexo sem camisinha, muitas vezes feito na rua e depois exibido em vídeos na internet, são exemplos extremos de comportamento de risco, que não é exclusividade dos jovens brasileiros. 
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