FIM DA ROTAM. SAIBA A VERDADE DOS FATOS

Bem diferente do que alguns órgãos de noticias, em busca de leitores ou ouvintes tem sido municiados de informações falsas, que dão a a entender que policiais da ROTAM seriam envolvidos em crimes e processos que atentem a sua honra e dignidade Policial, o fim da unidade tem outro cunho e objetivo.

A decisão do fim do Batalhão ROTAM, teria partido do Comando da Corporação, uma vez que a unidade seria uma das precursoras no movimento grevista no Estado.

O Batalhão ROTAM teria um efetivo médio de 300 policiais, e segundo aportou uma investigação preliminar que visa apurar a participação de policiais no movimento grevista, mais da metade da unidade estaria envolvida na questão. E por motivos de capacidade operacional do Batalhão, os policiais que em tese podem ser expulsos, deixariam o batalhão sem capacidade para executar suas ações, enquanto os demais que permanecerem nas fileiras deverão ser redistribuídos em outras unidades.

Foi publicado no Diário Oficial do Espírito Santo na última terça-feira (14 de fevereiro) uma lista de 155 militares acusados de participarem do movimento grevista de aquartelamento no Estado. Desta lista apresentada, 151 militares, todos eles soldados, praças ou sargentos, servidores do Grupo de Elite da Policia Capixaba, o Batalhão ROTAM ( Rondas Ostensivas Táticas Motorizadas).


Segundo a Associação de Cabos e Soldados do Espírito Santo (ACS-ES), 151 policiais, correspondem a metade do efetivo do Batalhão ROTAM.

O Batalhão ROTAM no Espirito Santo, tem 07 anos de criação, e seus números são relevantes para o Estado capixaba. Ao logo dos anos foram feitas 9.394 prisões, 1.480 armas foram apreendidas, 78.321 buchas de maconha, 66.718 papelotes de cocaína, 92.937 pedras de crack e mais de R$ 1 milhão de reais em dinheiros apreendidos.