POLICIAL É COBRADO POR DIVIDA NO LUGAR DO TRÁFICANTE

Um erro do sistema eletrônico do Judiciário tem causado uma situação extremamente desagradável a um Policial Militar, lotado hoje no 49º Batalhão em Belo Horizonte.

Em dezembro de 2010, o Cabo Lúcio, lotado na época no Batalhão ROTAM, efetuou a prisão de um traficante, que realiza um serviço delivery de entrega de drogas no Bairro Jardim Belmont. Seria uma ocorrência corriqueira na vida do militar, senão pelo fato de que sete anos após a ocorrência, o policial foi surpreendido com a cobrança de quase R$ 9mil reais pelas custas do processo, que deveria ser paga pelo preso.

O policial contou que já acionou um advogado para cuidar do caso, mas se sente muito prejudicado com o erro do Judiciário, pois seu nome foi parar na divida ativa do estado, impedindo que ele tenha acesso a diárias e ajuda de custos.

O advogado lamenta o caso e diz que embora o Estado já tenha reconhecido o erro, parece estar inerte na solução do caso.


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